"Sobre a comparação entre subúrbio e bairros nobres, eu acho assim: cada qual no seu cada qual. Tem pessoas que moram aqui que eu sei que jamais iam se adaptar a morar na graça e em outros locais, porque tem toda uma vida construída aqui. Aqui mesmo no alto da Terezinha, logo que vim trabalhar aqui, fiquei admirada com o ar puro que aqui tem. Você acredita nisso? As casas aqui têm quintal com jaqueira, mangueira, bananeira, cajueiro, e tem muito ventinho, muita coisa que a gente não vê na cidade."
"Salvador para mim é uma das cidades mais lindas. Se eu não morasse aqui, tenho certeza que, através de livros, revistas, jornais, eu ia querer conhecer"
Por: Maria Benedita Palmeira da Silva - Liderança cultural do Alto de Santa Terezinha
"Quase não saio da Terezinha. Não tenho vontade. A cidade é muito confusa, não me acostumo... Fico no meu canto e resolvo tudo aqui mesmo. Minha vida é isso aqui. Acho até que salvador é a Teresinha."
Por : Marina Batista de Lima Silva - Liderança cultural do Alto de Santa Terezinha
"Na época, teve uma epidemia de febre amarela, e todo mundo que chegava aqui pegava a doença. A pessoa ficava amarela, o olho amarelo. Mas aí Deus foi ajudando, e eu fui adquirindo experiência. Aprendi a ver a doença no começo e cortar o mal. Só que ficou o nome."
Por: Mãe Astéria, sobre o nome Ilha Amarela
"Eu cheguei no subúrbio em 1979 (...) Quando entrei na suburbana, tinha até medo. Mas a suburbana é uma área rica, linda, queiram ou não queiram."
"Aqui é conhecido como ´oásis do subúrbio`(...) É um lugar que, sinceramente, não tem melhor."
Por: Antenor Souza Barbuda - Liderança cultural de Ilha Amarela
Referências dos depoimentos:
(Quem faz Salvador, 2002, Cd-Room, Ufba)
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